domingo, 22 de julho de 2012

CineEco integra plataforma internacional de festivais de Cinema Verde


O CineEco é um dos dez festivais em todo o mundo que compõem a plataforma digital de festivais Internacionais de Cinema de Ambiente, designada Greenfilm Network, anunciou a organização do certame de Seia



A Rede de Cinema Verde (GFN), para além do CineEco, de Portugal, reúne o Cinemambiente de Turim (Itália); o Cinemaplaneta, de Cuernavaca (México), o Ecocup, de Moscovo (Rússia); FFEM, de Montreal (Quebec); FICA de Goiás (Brasil); FIFE, de Paris (França); Filmambiente, de Rio de Janeiro (Brasil); GFFIS, de Seul (Coreia) e Planet in Focus, de Toronto (Canadá). O objetivo da rede é «coordenar os eventos dos festivais associados, promover e distribuir filmes na cena internacional e incentivar iniciativas e projetos para fazer as pessoas parar e pensar sobre as condições do meio ambiente», adianta a mesma fonte. De acordo com a organização do CineEco, a criação de uma ampla rede de festivais de ambiente «abre uma grande oportunidade para compartilhar experiências cinematográficas que são muitas vezes muito variadas». Cada festival tem a sua própria personalidade, mas todos «podem trabalhar em conjunto, permitindo a difusão de uma “cultura ambiental” através do cinema», salienta. «O que se espera é que esta rede se torne cada vez mais um ponto fulcral para as instituições internacionais, directores de cinema e produtores e que neste caso permite valorizar o CineEco e afirmar Seia no contexto internacional», destaca. Refira-se que o CineEco é organizado pelo município local e este ano realiza-se de 6 a 13 de outubro, estando a decorrer até 6 de agosto as inscrições para os filmes a concurso.

Porta da Estrela in Guarda.pt

sexta-feira, 20 de julho de 2012

CURSOS PROFISSIONAIS, AO ABRIGO do NOVO PROGRAMA, para o NOSSO DISTRITO


GuardaA2481 - Ciências InformáticasTécnico/a de Informática - Sistemas120-25Guarda########n.d. 
GuardaA1522 - Eletricidade e EnergiaTécnico/a de Eletrotecnia120-25Guarda########n.d. 
GuardaA2522 - Eletricidade e EnergiaTécnico/a Instalador/a de Sistemas Solares Fotovoltaicos120-25Guarda########n.d. 
GuardaB1521 - Metalurgia e MetalomecânicaTécnico/a de CAD/CAM120-25Guarda10-Set-12entidade a identificar a curto prazo
GuardaB3524 - Tecnologia dos Processos QuímicosTécnico/a de Análise Laboratorial120-25Guarda10-Set-12entidade a identificar a curto prazo
GuardaB0812 - Turismo e LazerTécnico/a de Informação e Animação Turística120-25Guarda10-Set-12AEP
GuardaB3621 - Produção Agrícola e AnimalTécnico/a de Produção Agrária120-25Guarda17-Set-12entidade a identificar a curto prazo
GuardaB2213 - Audiovisuais e Produção dos MediaTécnico/a de Multimédia120-25Guarda########CEC/CCIC/NERGA
GuardaB2341 - ComércioTécnico/a de Logística120-25Guarda########CEC/CCIC/ACG
GuardaB1523 - Eletrónica e AutomaçãoTécnico/a de Eletrónica e Telecomunicações120-25Guarda17-Set-12entidade a identificar a curto prazo
GuardaB2522 - Eletricidade e EnergiaTécnico/a Instalador/a de Sistemas Solares Térmicos120-25Pinhel17-Set-12entidade a identificar a curto prazo
SeiaA2481 - Ciências InformáticasTécnico/a de Informática - Sistemas120-25Seia03-Set-12n.d. 
SeiaA3729 - Saúde - OutrosTécnico/a Auxiliar de Saúde120-25Seia03-Set-12n.d. 

APOSTA NO ENSINO PROFISSIONAL PARA JOVENS

GOVERNO REFORÇA APOSTA NO ENSINO PROFISSIONAL PARA JOVENS
No âmbito dos acordos sobre o reforço do Ensino Profissional assumidos no Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego, o Governo definiu um programa de atuação para o eixo de jovens, tendo em vista o período de 2012 a 2014, com enfoque nas seguintes prioridades:
  • Aumentar o número de jovens que seguem as vias profissionais do ensino secundário;
  • Incentivar a articulação entre os diferentes promotores privados, numa lógica de racionalização financeira;
  • Criar um sistema integrado de orientação escolar e profissional;
  • Assegurar uma maior articulação entre as escolas e as empresas, com vista à divulgação das ofertas de emprego e das capacidades dos alunos/formandos.
O Governo comprometeu-se ainda a ajustar a oferta de formação tendo em conta as necessidades e prioridades dos diferentes sectores económicos e do mercado de trabalho, com especial ênfase na área dos bens e serviços transacionáveis, através de uma interação permanente entre as escolas e as empresas. Face a isto, o Governo tomou já uma série de medidas que serão implementadas no ano letivo 2012/2013, entre as quais se destaca a articulação das ofertas formativas oferecidas pelas várias entidades, a promoção de parcerias locais entre entidades do sistema de ensino e formação profissional, do sistema educativo e da sociedade civil, e a oferta de Cursos de Aprendizagem a jovens.
Os cursos de Aprendizagem, da responsabilidade do IEFP em coordenação com a oferta do sistema educativo, constituem uma oportunidade de qualificação profissional, com equivalência ao 12.ºano de escolaridade, para os jovens com idade entre os 15 e os 24 anos, contribuindo, de forma eficaz, para o aumento dos seus níveis de empregabilidade e de inclusão social e profissional. Estes objetivos são potenciados pela organização da formação em alternância (dual), isto é, entre dois contextos: a entidade formadora e a empresa. No ano de 2012, em cumprimento do Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego, assinado entre o Governo português e os parceiros sociais, visa-se abranger 30 000 jovens.
Num momento em que os jovens que agora concluíram o 9.º ano têm que fazer uma opção consciente, de forma ponderada com as respetivas famílias, quanto ao próximo ano letivo, os Ministérios da Economia e do Emprego, e da Educação e Ciência sublinham que estão determinados a:
  • Por um lado, otimizar os recursos públicos disponíveis nas duas redes, através da celebração de protocolos de parceria, entre os centros de formação profissional e escolas básicas, secundárias e profissionais, num quadro de complementaridade de intervenções, rentabilizando, a nível local, os recursos humanos (professores/formadores), materiais (espaços de formação - salas, oficinas, laboratórios), entre outros. Desta forma, promove-se a sua ocupação a 100% e permite-se ainda a partilha e troca de experiências entre os diferentes operadores públicos e privados de educação e formação.
  • Por outro lado, proporcionar aos jovens que pretendam obter a sua formação de nível secundário através de uma via qualificante, a orientação e o encaminhamento para um curso de Aprendizagem que corresponda aos seus interesses e motivações e se revele facilitador da sua integração no mercado de trabalho. Isto sem excluir a possibilidade de prosseguimento de estudos ao nível da especialização tecnológica, pós-secundária, ou mesmo do ensino superior, politécnico e universitário.
  • A rede de Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), tutelada pela ANQEP, facilitará o acolhimento, a informação e o aconselhamento, de forma independente e realista, dos jovens e adultos que procuram educação e formação. Progressivamente, estes centros irão herdar e alargar as funções dos antigos Centros Novas Oportunidades.
Os jovens que pretendam frequentar um curso de Aprendizagem devem dirigir-se a um centro de emprego ou a um centro de formação profissional de gestão direta ou de gestão participada do IEFP ou efetuarem uma pré-inscrição, através do portal do IEFP (http://www.iefp.pt/), na sequência da qual serão contactados pelo serviço competente.
Encontram-se planeadas mais de 700 ações, para iniciar a partir do próximo mês de setembro e seguintes, nas diferentes áreas de formação, com particular incidência nas tecnológicas ou outras consideradas prioritárias para os cursos de Aprendizagem em 2012, face às necessidades evidenciadas pelas empresas e pelo mercado de emprego.
Importa ainda referir que o Governo se encontra já a preparar um conjunto de medidas que serão implementadas no ano letivo 2013/14, nomeadamente:
1. Uma revisão das várias modalidades de ensino profissional e profissionalizante para eliminar as sobreposições e facilitar a legibilidade da oferta formativa:
  • Haverá uma maior flexibilização dos currículos, com o objetivo de facilitar uma mais rápida adequação destas formações às necessidades do mercado de trabalho, dos públicos-alvo e das regiões abrangidas.
  • As modalidades de Cursos Profissionais e de Cursos de Aprendizagem serão uniformizadas, atendendo à sua grande semelhança em termos de público-alvo, currículos e saídas profissionais.
  • Serão eliminados progressivamente os Cursos Secundários com Planos Próprios, através da sua integração na modalidade de Cursos Profissionais, aproveitando a flexibilização referida;
2. Será identificado um conjunto restrito de Escolas de Referência do Ensino Profissional. As EREP terão como foco uma área de atividade económica prioritária, e funcionarão numa região relevante para essa mesma atividade. Para além das componentes habituais de uma escola profissional de jovens, fornecerão ambientes empresariais para a realização de estágios, e realizarão a formação de formadores técnicos e de técnicos para outras escolas, centros de formação e empresas. Estas escolas receberão um selo de qualidade que as identifique.
3. Será criado um sistema de informação nacional para os alunos do ensino profissional e profissionalizante, com o objetivo de facilitar a sua mobilidade entre cursos e entre entidades formativas e de produzir indicadores fiáveis sobre o sistema de ensino profissional

Incêndios em vários pontos da Madeira - País - Notícias - RTP

Incêndios em vários pontos da Madeira - País - Notícias - RTP

“MUN’Danças” cancela programação da Guarda e transfere-a para Coimbra

A organização do festival internacional de folk "MUN'Danças" decidiu hoje cancelar a parte do programa em Aldeia Viçosa, Guarda, e realizá-lo todo em Coimbra, revelou o seu responsável.

Assim, mantém-se o programa entre os dias 26 e 29 de julho em Coimbra, na Praia Fluvial de Torres do Mondego, que recebe também entre 1 e 4 de agosto a componente que era para ser realizada na Guarda, em Aldeia Viçosa. «Não estão criadas as condições logísticas em Aldeia Viçosa e, a 15 dias da sua realização, não podíamos correr esse risco», explicou à agência Lusa o coordenador geral do "MUN'Danças", Nuno Martins. A hipótese de cancelar a parte de Aldeia Viçosa - acrescentou - foi colocada, mas a concentração de todo o festival Praia Fluvial de Torres do Mondego foi a forma «de ir ao encontro dos interesses do público e das bandas».
 

Jorge Patrão considera extinção do pólo da Serra da Estrela um ato «profundamente negativo»

    
O presidente do pólo de desenvolvimento turístico da Serra da Estrela considerou hoje que a extinção daquela entidade é um ato "profundamente negativo" para o desenvolvimento da região.

Segundo o presidente do pólo de desenvolvimento turístico da Serra da Estrela, Jorge Patrão, «para o futuro da nossa região e para o futuro do interior do país, isto é profundamente negativo e é, também, profundamente negativo para os [15] trabalhadores» do pólo. O Governo anunciou, na quarta-feira, que vai extinguir as entidades regionais de turismo dos pólos do Douro, Serra da Estrela, Leiria-Fátima, Oeste, Alqueva e Alentejo Litoral. O anteprojeto de proposta de lei de alteração do regime jurídico das áreas regionais de turismo e das entidades regionais de turismo vai alterar a atual regulamentação das áreas regionais de turismo e das entidades regionais de turismo. O documento, a que agência Lusa teve acesso, justifica a alteração legislativa com a necessidade de «adaptação às novas realidades da Administração Pública, mas igualmente para assegurar uma maior eficiência no seu funcionamento e na prossecução dos seus fins». Neste âmbito, são mantidas as atuais cinco áreas regionais de turismo e são extintas seis entidades regionais relativas a seis pólos de turismo, por fusão noutras entidades. O presidente do pólo de desenvolvimento turístico da Serra da Estrela lamenta a decisão, considerando que «tudo o que sejam medidas que violentem o interior são machadadas nas populações». Jorge Patrão referiu que a marca Serra da Estrela «é uma das poucas marcas que é sólida e capaz de atrair investimentos» para a região. Com a extinção do pólo turístico, vaticina que essa capacidade de atração «se vai perder», porque a região ficará «dependente do litoral».