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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Fábrica de calçado cria entre 50 a 60 postos de trabalho em Belmonte


Inicialmente a "Classic Belmonte Shoes" fica num pavilhão cedido pela autarquia, mas o objetivo é construir um edifício de raiz
 
Uma fábrica de calçado que começa hoje a laborar em Belmonte deverá criar entre 50 a 60 postos de trabalho quando estiver a funcionar em pleno, disse hoje à agência Lusa o empresário responsável pelo investimento, António Ferreira.
"Nesta primeira fase, criámos entre 20 a 25 postos de trabalho porque vamos começar a laborar numas instalações provisórias e apenas com o corte e a costura, mas quando tivermos tudo pronto podemos vir a empregar entre 50 a 60 pessoas", afirmou, adiantando que a maioria dos trabalhadores será recrutada neste concelho do distrito de Castelo Branco.
Segundo explicou, inicialmente a "Classic Belmonte Shoes" fica num pavilhão cedido pela autarquia, mas o objetivo é construir um edifício de raiz na zona industrial, cuja obra deverá arrancar no primeiro trimestre deste ano e terá de estar concluída até 2018.
"Fizemos uma candidatura aos fundos europeus que já foi aprovada e que prevê que dentro de um tenhamos todo o investimento concretizado", adiantou António Ferreira.
De acordo com o empresário, o investimento global previsto ronda os dois milhões de euros, cerca de 400 mil euros dos quais já concretizados na aquisição equipamento.

Ler mais: http://www.dn.pt/dinheiro/interior/fabrica-de-calcado-cria-entre-50-a-60-postos-de-trabalho-em-belmonte-5583323.html

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Grupo empresarial nacional investe quatro milhões de euros em loja na Guarda

                                                  
https://www.facebook.com/lojasjom/photos/a.342680849116734.88124.330639676987518/1177707512280726/?type=3&theater

Um grupo empresarial nacional anunciou esta quarta-feira que vai investir quatro milhões de euros na abertura de uma loja na cidade da Guarda, criando 18 empregos diretos e cerca de 50 indiretos.

 
O investimento do grupo JOM, ligado à venda de móveis, sofás, eletrodomésticos e artigos de utilidade e decoração, será realizado nas instalações da antiga fábrica Gartêxtil, localizadas na Guarda-Gare, que foram adquiridas para o efeito.

O empresário Joaquim Oliveira Mendes, que apresentou hoje o projeto numa conferência de imprensa realizada na Câmara Municipal da Guarda, adiantou que a conclusão do projeto deverá acontecer “antes da Páscoa do próximo ano”.

Segundo o empresário, com o investimento na cidade mais alta do país o grupo JOM pretende, entre outros objetivos, “aumentar o emprego” na região e diminuir as assimetrias regionais, possibilitando a aquisição de produtos sem os consumidores se deslocarem para outros locais do país ou da região.
O grupo também passará a incluir a Guarda no eixo de cobertura do interior.

“Este é o nosso projeto para uma Guarda com futuro”, disse Joaquim Oliveira Mendes, indicando que a nova loja terá cerca de 4.500 metros quadrados e um armazém com cerca de 900 metros quadrados.

Ler mais: http://beira.pt/portal/noticias/economia/grupo-empresarial-nacional-investe-quatro-milhoes-euros-loja-na-guarda/

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Vinho e Alambicada são reis no próximo fim de semana em Vila Nova de Tazem

vinho
O Município de Gouveia e a Junta de Freguesia de Vila Nova de Tazem promovem nos dias 24 e 25 de outubro mais uma edição da Vinal – Feira do Vinho e da Alambicada.
O evento, que visa a promoção do vinho do Dão, de produtores e de empresas do setor, inclui um desfile de carros alegóricos e uma rota com prova de vinhos  pelas quintas produtoras de vinho do concelho de Gouveia. Segundo a organização, a Vinal é um evento único que associa a promoção do vinho Dão e da alambicada (prato gastronómico característico de Vila Nova de Tazem, que é confecionado à base de borrego e de vinho branco).
Programa:
Vinal 2015 f
fonte: Beira.pt

Pinhel recebe evento que promove vinhos e sabores da Beira Interior

vinho
A cidade de Pinhel recebe nos dias 14 e 15 de novembro a primeira edição do certame Beira Interior – Vinhos e Sabores, que pretende promover vinhos e produtos da gastronomia tradicional daquela região.
O certame, organizado pela Câmara Municipal de Pinhel e pela Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior (CVRBI), irá decorrer no Pavilhão Multiusos de Pinhel e contará com a presença de 27 produtores de vinho e de 20 de produtos regionais (mel, azeite, queijos, entre outros).
Segundo as entidades promotoras, o programa do evento pretende reunir em Pinhel “o melhor da Beira Interior com uma variada panóplia de atividades: salão de vinhos, degustações e provas comentadas, animação musical, mostra gastronómica regional, ‘workshops’ e ‘show cooking’ com convidados de renome no panorama nacional”.
A iniciativa, que pretende ter “uma dimensão regional e uma projeção nacional”, permitirá que os visitantes assistam “a reflexões sobre os rumos da região” e provem “o que de melhor” o vasto território da Beira Interior tem para oferecer.
O presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, disse na apresentação do programa, tratar-se de uma realização que pretende “projetar os vinhos da região” e fazer com que a sua qualidade “seja conhecida do público em geral”.
Segundo o autarca, a iniciativa tem “todos os ingredientes” necessários para que “seja um sucesso”.
João Carvalho, presidente da CVRBI, disse que um certame desta natureza “já fazia falta” na região.
Referiu que a cidade de Pinhel tem todas as condições para acolher a iniciativa, uma vez que a CVRBI tem um total de 16 mil hectares de vinha e “cerca de 25% estão na região de Pinhel”.
“É a região com maior volume de vinhas em toda a Beira Interior. É por excelência que se deve fazer este certame aqui”, acrescentou.
O dirigente lembrou ainda que o setor do vinho cresceu na região nos últimos 15 anos, passando de oito produtores (quatro particulares e quatro adegas) para mais de meia centena.
Um dos pontos altos do evento Beira Interior – Vinhos e Sabores será o seminário “Vinhos da Beira Interior, Rumos e Desafios”, a realizar a partir das 9horas do dia 14 de novembro.
Durante o seminário serão proferidas intervenções como “A Beira Interior no panorama vitivinícola português” (Anselmo Mendes), “Vinhos biológicos, um caminho para a Beira Interior?” (Frederico Gomes), “Adegas Cooperativas. ‘Gigantes’ adormecidos? (Nuno Galvão) e “Beira Interior, a grande região vitícola portuguesa injustamente subvalorizada” (Malfeito Ferreira).
A CVRBI abrange as zonas vitivinícolas de Castelo Rodrigo, Pinhel e Cova da Beira, nos distritos de Guarda e de Castelo Branco.
fonte: Lusa / Beira.pt

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Famílias com um rendimento anual até 15 295 euros não terão de pagar IMI mas têm de fazer o pedido junto ao fisco

O número de famílias com isenção permanente de pagamento do Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) vai subir de 300 mil para 350 mil no próximo ano. Tudo porque a versão preliminar da proposta do Orçamento do Estado aumenta de 14 630 euros para 15 295 euros o valor do rendimento anual dos agregados que podem beneficiar daquela isenção.
           
O regime atual determina que ficam isentos de IMI os proprietários de imóveis que tenham um rendimento anual inferior a 2,2 vezes o valor do salário mínimo de 2010 (que era na altura de 475 euros). Na versão preliminar do OE/2015, a que o Dinheiro Vivo teve acesso (e que pode ainda ser alterada pelo Governo até à sua entrega no Parlamento, a 15 de outubro) propõe-se que aquela isenção passe a abranger rendimentos anuais equivalente a 2,3 vezes o SMN auferido em 2010.

Para esta isenção ser concedida é ainda necessário que as famílias não possuam imóveis cujo valor patrimonial supere os 41.922 euros. O OE/2015 mantém este limite ao nível do património, mas a subida do valor do rendimento vai permitir que mais cerca de 50 mil pessoas deixem de pagar este imposto, em 2015. A atribuição desta isenção não é automática, exigindo que os interessados façam o respetivo pedido junto da sua repartição de Finanças. Em 2012, a AT enviou avisos aos cerca de 300 mil contribuintes elegíveis e tudo aponta para que o faça também desta vez.

Ler mais: http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Fisco/interior.aspx?content_id=4171377

terça-feira, 7 de abril de 2015

DGTF Hotel de Turismo da Guarda vendido em hasta pública

Hotel de Turismo da Guarda vendido em hasta públicaA Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) anunciou hoje que vai vender, em hasta pública, no dia 30 de abril, o antigo edifício do Hotel de Turismo da Guarda, pelo valor de 1,7 milhões de euros.

                            
                                                     
Segundo o anúncio publicado na página da DGTF na Internet, a hasta pública será realizada nas suas instalações, em Lisboa, a partir das 10:00.
PUB
Os interessados podem apresentar propostas até às 16:00 do dia útil anterior ao da praça, é também indicado na mensagem.

A venda do imóvel, que pertence ao Turismo de Portugal, fica sujeita às condições de manutenção do seu uso turístico, através da instalação de um empreendimento turístico hoteleiro, pelo prazo de 30 anos, e à conclusão das obras de recuperação do edifício e início da sua exploração turística no prazo máximo de quatro anos, "sob pena de o contrato ser resolvido".

O edifício do Hotel de Turismo da Guarda foi vendido em 2010, pela Câmara Municipal, então liderada pelo autarca socialista Joaquim Valente, ao Turismo de Portugal, por 3,5 milhões de euros, para ser recuperado e transformado em hotel de charme com escola de hotelaria, mas o projeto não saiu do papel e o imóvel está de portas fechadas e a degradar-se.

O presidente da câmara da Guarda, Álvaro Amaro (PSD/CDS-PP), disse hoje à agência Lusa que o anúncio da venda do imóvel em hasta pública é um passo "muito importante" para o futuro daquele edifício, que definiu como "uma pérola da hotelaria nacional".

Ler mais: http://www.noticiasaominuto.com/economia/370356/hotel-de-turismo-da-guarda-vendido-em-hasta-publica

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Plataforma Logística da Guarda vai acolher cinco novas empresas

 A Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) da Guarda vai acolher cinco novas empresas, que, juntamente com outras duas que vão aumentar a área de actividade, perfazem um investimento global de dois milhões de euros, que vão criar 30 postos de trabalho, anunciou ontem a autarquia.
Segundo a Câmara Municipal da Guarda, presidida por Álvaro Amaro, as empresas, que assinaram na segunda-feira os contratos promessa de compra e venda de lotes, vão ocupar uma área total de cerca de 25 mil metros quadrados.
A autarquia refere que as empresas que tencionam instalar-se na PLIE operam nos sectores automóvel (oficinas de reparação e de desmontagem e comercialização de peças), dos transportes de logística, lacticínios, comércio de cereais e rações, filtros para a indústria (ar, água e óleo) e produtos de limpeza.
O anúncio da instalação de novas empresas na Plataforma Logística da Guarda surge após a autarquia ter deliberado, em Fevereiro deste ano, baixar o preço dos lotes para 3,9 euros o metro quadrado, quando o anterior executivo socialista cobrava 15 e 25 euros por metro quadrado, consoante os lotes fossem para indústrias ou serviços.
A redução do preço do metro quadrado foi considerado, na ocasião, pelo autarca Álvaro Amaro, um "abaixamento significativo" nos preços praticados, esperando que ajudasse a "estimular" a fixação de novos empresários na PLIE, onde estavam 110 lotes para venda.
A autarquia também tem em fase final de execução a criação de um Parque TIR, na área da PLIE, para apoio ao transporte internacional rodoviário de mercadorias.
A PLIE, edificada perto da localidade de Gata, nas proximidades da cidade da Guarda, é uma plataforma transfronteiriça inserida na Rede Nacional de Plataformas Logísticas, contemplando áreas de transportes/logística, localização empresarial, inovação tecnológica e de apoio e serviços.
A plataforma representou um investimento de 34 milhões de euros e é considerada um "projecto âncora" para o desenvolvimento empresarial e económico da região, disponibilizando um total de 196 lotes.
A PLIE foi iniciada em 2002, por iniciativa da autarquia, que apontou a posição geo-estratégica da Guarda como uma mais-valia para o complexo empresarial.

in http://www.terrasdabeira.com/breakingnews/news.asp?Id=3219

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Associação Comercial da Guarda lança «uma nova forma de viver a cidade»

«Este evento está projetado para dinamizar o centro urbano e as principais artérias do comércio na cidade da Guarda». É deste modo que o presidente da Associação do Comércio e Serviços do Distrito da Guarda (ACG) descreve o “The Long Weekend Guarda 2014” que aquela entidade vai promover entre os dias 19 e 21 deste mês na zona histórica da cidade. Trata-se de um grande evento de animação que pretende também “mexer” com a economia local.

Miguel Alves salienta que o lema da atividade é «uma nova forma de viver a cidade» de um modo «lúdico, comercial e aproveitando um bom clima». O dirigente frisa que os objetivos principais do evento passam por «dinamizar a economia local e proporcionar uma oferta lúdica e distintiva do que tem sido o programa normal do distrito». O presidente da ACG destaca o «conciliar da gastronomia, da cultura, dos espetáculos e da moda de uma forma contínua» ao longo dos três dias. Esta atividade surge na sequência de «durante os últimos anos», a ACG ter eleito como uma das suas «prioridades fundamentais a dinamização comercial dos centros urbanos da sua área de intervenção e, consequentemente, a sua economia local». O dirigente sustenta que a Guarda, em concreto, «enquanto capital de distrito e maior cidade da região, tem obrigatoriamente que oferecer a todos os que a visitam, um leque de atividades, que posicionem como referência no panorama cultural e comercial da região». Neste sentido, «e com a ausência de um evento no Centro Urbano, a ACG, em conjunto com alguns parceiros estratégicos, tomou a iniciativa de organizar um evento que pretende que possa afirmar-se como uma atividade carismática na animação da cidade, passando a realizar-se com periodicidade anual, numa lógica de sustentabilidade e crescimento progressivo».

Ler mais: http://www.ointerior.pt/noticia.asp?idEdicao=774&id=44875&idSeccao=10760&Action=noticia

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Novas regras dos estágios profissionais já estão em vigor

As novas regras das medidas ativas de apoio ao emprego já estão em vigor. Com a publicação da portaria, o Instituto do Emprego e Formação Profissional já anunciou que vai reabrir a receção de candidaturas a partir de 31 julho. Em vez de 12 meses, os estágios passam a durar, por regra, nove meses. Na medida Estímulo Emprego há situações em que o prazo mínimo de inscrição no Centro de Emprego é reduzido, de forma a facilitar o acesso à medida.
           
Estágios
Há mudanças nas regras dos estágios. Conheça algumas e veja o diploma aqui

Duração
Em vez de 12 meses, os Estágios passam a durar nove meses. Esta vai ser a regra, mas a portaria agora publicada prevê exceções. Os estágios com duração de um ano vão ser possíveis para os públicos considerados mais vulneráveis como as vítimas de violência doméstica, ex-reclusos, toxicodependentes em processo de recuperação ou pessoas portadoras de deficiência.

Além disto, o diploma prevê que "em situações devidamente fundamentadas" e que serão apreciadas pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, a duração do estágio possa ser prorrogada até 12 meses. As hipóteses de empregabilidade futura são um dos fundamentos que pode ser usado para pedir o aumento do período do estágio.

Pessoas abrangidas
Os estágios destinam-se a jovens entre os 18 e os 30 anos e que tenham completado o ensino obrigatório. Podem ainda aceder a estes estágios comparticipados pelo Estado ex-reclusos e toxicodependentes em processo de recuperação e pessoas com mais de 30 anos desde que tenham obtido há menos de três anos uma qualificação no ensino ou secundário, estejam à procura de novo emprego e não tenham desenvolvido atividade profissional nos últimos 12 meses.

Estímulo Emprego
Veja a Portaria aqui e conheça algumas das mudanças

Ler mais: http://www.dinheirovivo.pt/economia/interior.aspx?content_id=4046851&page=-1

Autarca da Guarda considera atual sistema de portagens "economicamente injusto"

Guarda, 25 jul (Lusa) - O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Álvaro Amaro, considerou hoje que o sistema de portagens em vigor nas duas autoestradas da região é "economicamente injusto" e é um fator de discriminação negativa.

"É economicamente injusto o sistema e o valor das portagens na A23 [autoestrada que liga Guarda-Torres Novas] e na A25 [Vilar Formoso-Aveiro]", disse o autarca eleito pela coligação PSD/CDS-PP na reunião do executivo municipal.

O tema foi abordado no período de antes da ordem do dia pelo vereador do PS, José Igreja, que apelou ao presidente para que "volte a pegar" no tema das portagens, "de modo a que o Governo volte a analisar situações tão graves" como as que ocorrem nas duas vias que servem a região.

José Igreja disse que os autarcas dos municípios servidos pelas antigas Scut (vias sem custos para o utilizador) A23 e A25 devem continuar a lutar para que as tarifas "sejam revistas ou anuladas".

Álvaro Amaro considerou que o sistema de cobrança de portagens em vigor nas duas autoestradas que servem o distrito e a cidade da Guarda é "um absurdo" e "desincentivador" para a economia.

"Estamos perante um facto de discriminação negativa para o interior, quer por parte da A25, quer em particular por parte da A23", disse, reconhecendo que "é um dissabor" a Guarda estar "no cruzamento de duas autoestradas que têm portagens das mais caras do país".

ler mais: http://portocanal.sapo.pt/noticia/33026/

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Funcionários Públicos voltam a sofrer cortes salariais ainda este ano

Funcionários públicos voltam a sofrer cortes salariais ainda este anoO chumbo do Constitucional aos cortes agravados não evitou uma nova redução salarial até ao final de 2014.
 
Três anos depois e já com a troika fora do país, os funcionários públicos voltam a levar, ainda este ano, com os mesmos cortes salariais de 2011. A proposta está no Parlamento e será votada amanhã, embora não se saiba ao certo quando entra em vigor. Ainda assim, estes cortes não são determinantes para garantir a meta do défice deste ano.

O regresso aos cortes implementados pelo governo de José Sócrates, que afectam salários acima de 1.500 euros ilíquidos, com taxas de 3,5% a 10%, voltam depois de o Tribunal Constitucional (TC) ter chumbado, no final de Maio, as reduções remuneratórias entre 2,5% e 12% acima de 675 euros, que estavam a ser aplicadas desde Janeiro. Com a decisão dos juízes, o Governo foi obrigado a repor os valores salariais de 2010 (sem cortes) mas não teve de restituir as reduções feitas nos primeiros cinco meses do ano.

O acórdão do TC de Maio abria espaço para o regresso dos cortes de José Sócrates, que foram declarados constitucionais na altura por serem considerados transitórios. E Passos Coelho aproveitou a oportunidade.

A proposta do Governo que será votada amanhã no Parlamento prevê ainda a reversão de 20% dos cortes em 2015 e aponta para a restituição total no prazo máximo de quatro anos. A partir de 2016 a percentagem de reversão dependerá da "disponibilidade orçamental".

O Governo já anunciou que vai pedir ao presidente da República, Cavaco Silva, o envio do diploma para fiscalização preventiva do TC.

Quando o diploma entrar em vigor - Setembro é a data apontada por fontes governamentais - um funcionário público com um salário bruto de 1.600 euros passará a ganhar 1.544 euros; mas em 2015, este trabalhador recuperará 11,2 euros, segundo as contas do Diário Económico.

Já um funcionário que receba 3.500 euros brutos passa a auferir 3.190 euros assim que o diploma entrar em vigor. No próximo ano, recupera 20% desse corte, ou seja, 62 euros. Estes valores não têm em conta os impostos nem os descontos para a ADSE, de 3,5%.

O secretário de Estado da Administração Pública, José Leite Martins, já afirmou que os cortes vão afectar cerca de metade dos funcionários públicos. As anteriores reduções (acima de 675 euros) só deixavam de fora 10% dos trabalhadores do Estado.

Ler mais: http://economico.sapo.pt/noticias/funcionarios-publicos-voltam-a-sofrer-cortes-salariais-ainda-este-ano_198314.html

segunda-feira, 21 de julho de 2014

'Corredor Atlântico' defendido com parceria ibérica.

 
'Corredor Atlântico' defendido com parceria ibérica.  Foi assinado um protocolo, em Aveiro, com o objectivo de se criar um 'Grupo de Interesse' para "promover o 'Corredor Atlântico' no âmbito da Península Ibérica".
O protocolo foi assinado pelos representantes dos principais pólos urbanos da região centro (municípios de Aveiro, Coimbra, Figueira da Foz, Viseu e Guarda), e da região de Castela e Leão, Salamanca e Valladollid, de Espanha. Por dois Portos (Leixões e Aveiro), e ainda pela Associação Cylog, que representa a rede de plataformas logísticas da região de Castela e Leão. Visa o estabelecimento de uma parceria, sob a forma de “Grupo de Interesse”, entre os principais parceiros do 'Corredor Atlântico' para a promoção do desenvolvimento económico e social locais. Ribau Esteves, autarca aveirense, falou da importância de se "fazerem esforços conjuntos para se atingirem objectivos comuns, económicos e sociais, numa lógica de esforço comum para se atingirem os objectivos de todos os parceiros". Pretende-se também, promover a ligação ferroviária à Europa. O alcaide de Salamanca, Alfonso Mañueco, disse que será importante que se “apresentem a uma só voz” na União Europeia. “Juntos somos mais fortes, temos de ter forte determinação”, referiu. José Luís Cacho, Presidente do Conselho de Administração do Porto de Aveiro, sublinhou que "é preciso catapultar as regiões ibéricas e melhorar permanentemente a competitividade. Estas parcerias são determinantes", vincou.

in http://www.terranova.pt/index.php?idNoticia=130329

terça-feira, 27 de maio de 2014

Cereja do Fundão nos aviões portugueses

Os jojadores da selecção de futebol também vão receber cerejas.
A cereja do Fundão vai ser distribuída a passageiros da TAP durante o mês de Junho, anunciou nesta segunda-feira o presidente da Câmara do Fundão na conferência de imprensa de apresentação da campanha anual de promoção daquele fruto.
Paulo Fernandes explicou que, ao longo do mês de Junho, a cereja será distribuída aos passageiros de classe executiva daquela companhia aérea, bem como nos “lounges” dos aeroportos de Lisboa e Porto.
Para o dia 10 de Junho, dia de Portugal, está preparada uma acção que incluirá todos os voos e todos os passageiros da empresa.
"No nosso esforço anual de ir mais longe com a cereja, escolhemos a TAP como parceiro fundamental do ponto de vista da internacionalização e acreditamos que esta estratégia contribuirá muito para aumentar a notoriedade da cereja do Fundão, nomeadamente na óptica de criação de valor e de venda em mercados diferenciados", referiu o autarca.

Ler mais: http://www.publico.pt/local/noticia/cereja-do-fundao-nos-avioes-portugueses-1637532?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+(Publico.pt)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Vinho português entre os sete melhores de sempre



Com base em cerca de 1.5 milhões de avaliações feitas por dezenas de críticos, o portal de vinhos norte-americano Wine Searcher publicou, recentemente, a lista dos melhores vinhos de todos os tempos, entre os quais está um vinho do Porto da Quinta do Noval.
Na introdução desta lista, a Wine Search salienta que "nem sempre os críticos de vinho são consensuais". E foi por isso mesmo que este portal especializado quis encontrar aqueles vinhos que são “unanimemente” classificados como os "melhores do mundo".

Para isso a Wine Searcher cruzou mais de 1.5 milhões de avaliações de 30 críticos. A lista foi divulgada em Fevereiro e integra apenas sete vinhos, classificados com pontuações de 99 ou 100 pontos.

O vinho português Quinta do Noval Nacional Vintage Porto, de 1963, surge na 5ª posição. Em primeiro lugar está um vinho francês de 1811, o Château d’Yquem, do qual já só existe uma garrafa que foi vendida por 88 mil euros.

Ler mais: http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_vinho-portugues-entre-os-sete-melhores-de-sempre_19784.html?page=0
 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Centro de Empresas Inovadoras de Castelo Branco abre período de candidaturas

Castelo BrancoO Centro de Empresas Inovadoras (CEI) de Castelo Branco abriu o período de candidaturas para acesso às fases de incubação ou empresas inovadoras quase um ano após a sua inauguração, foi esta quarta-feira anunciado.
O período de candidaturas abriu na segunda-feira e estende-se até 2 de junho de 2014, refere o CEI, em comunicado.

"Enquanto entidade recetora de empresas e projetos, o CEI disponibiliza espaço a custo reduzido (escritórios de 20 a 40 metros quadrados e oficinas), rede de mentores e realização de formações", adianta o documento.

Este conjunto de incentivos destina-se a empresas ou projetos com menos de dois anos, que tenham como objetivo o desenvolvimento de atividades inovadoras, que, embora em estado embrionário ou com recursos limitados, tenham potencial para se tornar projetos de sucesso e motores de desenvolvimento local.

Segundo o comunicado, os projetos para incubação no CEI serão posteriormente analisados por um júri que selecionará os mais promissores, "tendo em conta a inovação, as sinergias com outras empresas e a criação de postos de trabalho".

Os candidatos devem ir ao sítio da Internet do CEI e preencher o formulário disponível, até ao dia 2 de junho.

Ler mais: http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO348231.html

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Autarcas do Norte e Centro querem ligação ferroviária Aveiro-Vilar Formoso

Um documento a defender a ligação ferroviária entre Aveiro e Vilar Formoso, como a principal prioridade de investimento em infra-estruturas de elevado valor acrescentado, deverá ser apresentado brevemente ao Governo.
Os signatários do documento são os autarcas do Norte e Centro do país (Viana do Castelo, Matosinhos, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra e Figueira da Foz), as associações empresariais, e as Comissões de Coordenação da Região Norte e Centro do país que estiveram reunidos em Santa Maria da Feira.

Almeida Henriques, ex-secretário de Estado adjunto da Economia e presidente da Câmara Municipal de Viseu, e José António Barros, presidente da AEP, adiantaram aos jornalistas, durante a reunião, que "houve aqui um grande consenso em torno de qual deve ser a prioridade das prioridades e que é o corredor Aveiro-Vilar Formoso e as ligações aos portos.

Para os dois signatários o documento que vai ser entregue ao Governo até 31 de Março- data em que termina a discussão pública sobre as infra-estruturas de elevado valor acrescentado- dá conta de que "este investimento é claramente estruturante para as exportações". E acrescentaram: "todos somos unânimes em eleger este investimento estruturante como a primeira opção para o país porque estimula a competitividade nacional uma vez que 70% das exportações nacionais são produzidas nesta região".

José António Barros salientou que o mais significativo desta reunião é o consenso que existiu em torno do tema e adiantou "esta não foi a única infra-estrutura a receber consenso mas foi a que teve maior consenso".

Almeida Henriques lembrou ainda que "temos que ser realistas, uma vez que o montante que existe disponível são 3 mil milhões de euros, por isso temos que ter os pés bem assentes na terra e ver o que realmente se pode fazer".

A reunião das entidades do Norte e Centro do país teve como base analisar as sugestões do grupo de trabalho para as infra-estruturas de elevado valor.

in https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4914916557896893477#editor/target=post;postID=6112172189449769056

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Avaliação de desempenho é primeiro critério para despedir

Os critérios que as empresas devem seguir para dispensar um trabalhador em caso de extinção do seu posto de trabalho, foram hoje à mesa da concertação social. Aos parceiros sociais, o Executivo apresentou seis "critérios relevantes e não discriminatórios" e, para evitar um novo atropelo à Constituição, estabeleceu uma ordem específica que terá de ser seguida pelas empresas.
Assim, baseadas nesta proposta, em caso de extinção do posto de trabalho, as empresas terão de fazer uma seleção dos trabalhadores a dispensar com base nos seguintes pontos: pior avaliação de desempenho; menores habilitações académicas e profissionais; maior custo pela manutenção do vínculo laboral do trabalhador; menor experiência na função, menor antiguidade na empresa; situação económica e familiar menos débil.

Leia também: Quais são os 6 critérios para despedir. O que está em causa

A passagem de um para outro critério terá de cumprir a ordem estabelecida pelo Executivo, sendo que só se passa para o critério seguinte quando seja necessário 'desempatar' trabalhadores que até ali estejam em iguais condições.
A ordenação destes critérios é a fórmula encontrada pelo Executivo para evitar critérios pouco objetivos e que penalizem discriminadamente uns trabalhadores em detrimento de outros. "Era importante objetivar esses critérios e também estabelecer uma prioridade", afirmou Pedro Mota Soares à saída da reunião desta manhã com os parceiros sociais que demorou menos de duas horas.

Leia também: Critérios para despedir dividem juristas. UGT e CGTP são contra

in http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO320993.html

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Tem uma ideia mas falta-lhe financiamento? Já não


EmpreedorismoJá estão abertas as candidaturas para a sexta edição do programa Call for Entrepreneurship (veja aqui), uma iniciativa da Portugal Ventures que permite que projetos inovadores sejam selecionados para receber financiamento através de capital de risco.
As candidaturas para a nova edição abriram hoje e prolongam-se até ao dia 27 de fevereiro. Elegíveis para este concurso estão os setores de Tecnologias da comunicação e informação; web e eletrónica, Vida, ciências e recursos endógenos e ainda nanotecnologia e materiais. Pela primeira vez, a Portugal Ventures permite ainda a candidatura de projetos ligados ao setor do Turismo.
Os projetos poderão gozar do apoio da Portugal Ventures - a marca portuguesa de capital de risco - para a primeira fase de implementação do negócio através de acesso a capital de risco. Os vencedores recebem um investimento até 750 mil euros, até um máximo de 85% do total de financiamento necessário. Os promotores dos projeto terão de financiar pelo menos 15% das necessidades de financiamento do projeto.
Os vencedores serão projetos que mostrem potencial para crescer e capacidade para se tornarem start-ups de excelência a uma escala global. Para além do dinheiro vão ainda receber aconselhamento de especialistas (tanto nacionais como internacionais) com elevada experiência no desenvolvimento de negócios e uma boa rede de contactos. Confira as regras.
A Portugal Ventures tem até 20 milhões de euros para investir todos os anos. Os fundos são co-financiados pela União Europeia através dos programas FINOVA, COMPETE e POR LISBOA.

in http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO319789.html

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Exportações de vinhos na Beira Interior cresceram 21 por cento em 2013

As exportações de vinhos da Beira Interior cresceram 21 por cento em 2013, comparativamente ao ano anterior.
Segundo a Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior (CVRBI), em 2013 foram exportadas mais de 620 mil garrafas de vinho. «Os mercados que mais se destacaram, fora da União Europeia, foram Angola, Brasil, China e Estados Unidos da América (EUA). Na Europa, os mercados da Polónia, França, Suíça e Luxemburgo foram os mais importantes», adianta a CVRBI em comunicado.
Numa altura em que a conjuntura económica «não é a mais favorável» para o negócio dos vinhos, a Comissão Vitivinícola realça que este aumento das exportações resulta da estratégia de «internacionalização e da presença em alguns dos eventos vínicos mais importantes a nível nacional».
Sediada na Guarda, a CVRBI anuncia que este ano «continuará a dar ênfase aos mercados externos», com uma ação prevista para os EUA, no final de fevereiro, e para a presença na London International Wine Fair (Londres), em junho.


in http://www.ointerior.pt/breakingnews/news.asp?Id=5646

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Funcionários públicos e pensionistas. O Natal que os espera

Natal em recessão. O que  mudou, o que não mudará e o que ainda esperarA partir desta semana, os 558 mil funcionários públicos têm mais algum dinheiro para os presentes de Natal. Nada mau.
O subsídio - devolvido por decisão do Tribunal Constitucional - já entrou nas contas bancárias. Esta é a boa notícia - para quem o recebeu e para os comerciantes.
A má notícia é que o acerto das tabelas de IRS levou uma fatia generosa do bolo tão aguardado, em alguns casos quase metade, já que foi preciso acertar as tabelas de retenção na fonte; um detalhe que o governo não esclareceu suficientemente até ao momento do pagamento e que, quando revelado, defraudou as expectativas de muitas famílias, que não contavam com mais este rombo.
De acordo com as simulações da consultora PricewaterhouseCoopers, para alguns pensionistas o resultado é ainda pior. Nas pensões mais elevadas o subsídio pago correspondeu a pouco mais de 30% do valor bruto dessa prestação. Mas até as pensões mais modestas foram atingidas. Um pensionista que recebe 1200 euros brutos, em novembro, a título de subsídio, teve direito a apenas 650 euros, 54% do valor bruto a que à partida teria direito.
Se a esta razia juntarmos os desempregados (838 mil), embora em ligeira queda face ao ano passado, e o risco de perder o emprego - o principal fator de contração do consumo e da confiança -, então o Natal de 2013, o terceiro capítulo da recessão que começou em 2011, ainda não reúne as condições para aquilo a que os economistas chamam de “inversão do ciclo”. Ou seja, um Natal como nos bons velhos tempos, antes do início da grande recessão que levou o consumo privado a recuar 11,2% em três anos seguidos: -3,3% em 2011, -5,4% em 2012 e este ano um recuo (previsto) mais modesto de 2,5%.

Ler mais: http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO295636.html